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Áreas de apoio Farmacovigilância - Uso de medicamentos
SAÚDO A TODOS !!
Encaminho artigo que visa levar nosssos companheiros listeiros à uma profunda reflexão após leitura parcimoniosa ....Tal discussão tem inúmeros desdobramentos podendo até mesmo, dependendo da criatividade de cada um, chegar na discussão sobre as responsabilidades das indústrias farmo-quimicas com seus respiudis e por aí vai....
Afirmo-lhes, sem medo de dizer um absurdo, que o neoliberalismo cada vez mais forte , a intensificação da troca internacional de mercadorias, a pressão para a ruptura de barreiras alfandegárias, o trânsito de pessoas, enfim, exige revisão de nossos conceitos, ou até mesmo do resgate de alguns conceitos , sobre Vigilância em Saúde onde devemos fortalecer a Prevenção não minimizando medidas de controle antes da ocorrência de eventos adversos.
Nunca
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o conceito de RISCO esteve tão em voga como agora. A cada hora, acada momento, a cada minuto , um evento adverso ocorre num ser humanano e nem sempre é notificado. Aqueles relacionados com o uso de medicamentos , tendo em vista tudo que está escrito no artigo abaixo, são de nosso interesse e estimulo a todos os nossos companheiros que notifiquem sempre que desconfiarem de alguma coisa errada com seus pacientes .
Cordiais saudações a todos !!!
Paulo Roberto Rebello - médico
CECIH/CVE-SES/RJ
VISA/EAD-ENSP/FIOCRUZ
EPIDEMIA SILENCIOSA
Em todo o mundo, nunca se tomou tanto medicamento desnecessário e em doses tão exageradas
Clarisse Meireles
Quando se fala no perigo das drogas, a associação automática é com substâncias alucinógenas ou excitantes consideradas ilegais na maior parte dos países - restrição que, diga-se de passagem, nunca impediu seu consumo em larga escala. Nos últimos anos, no entanto, a Organização Mundial da Saúde (OMS) tem voltado uma atenção cada vez maior para o consumo exagerado de outras drogas: aquelas adquiridas na farmácia mais perto de casa. De acordo com dados da OMS, o mundo está intoxicado, tomando remédios demais e de forma errada.
Segundo avaliação da organização, metade das prescrições e vendas de medicamentos em todo o mundo são indevidas. No caso dos antibióticos, a questão é ainda mais grave: cerca de 75% das prescrições seriam dispensáveis, o que, junto com a automedicação, tem colaborado para o desenvolvimento de bactérias mais resistentes. "As drogarias são os novos templos da modernidade", aponta Madel Luz, professora do Instituto de Medicina Social da Uerj e autora do livro Novos saberes e práticas em saúde coletiva (ed.
Hucitec).
O uso racional de medicamentos é um dos pontos cruciais da política de remédios do órgão para o quatriênio 2004-2007. No Brasil, da mesma forma, nunca se consumiu tanto medicamento. Estudo realizado pela Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) indicou que a venda de remédios em 2003 avançou 21,44% em relação a 2002. O faturamento do setor saltou de R$ 18,89 bilhões em 2003 para R$ 22,16 bilhões em 2004.
O aumento do consumo, no entanto, tem mais benefícios para a saúde financeiro dos laboratórios farmacêuticos do que para a saúde da população. Segundo avaliação técnica encomendada pela revista francesa Prescrire, de 2.090 fórmulas lançadas nos últimos 20 anos, apenas sete representam um avanço terapêutico relevante. O dado encontra eco no FDA (órgão americano que regula alimentos e medicamentos). Em relatório, a instituição aponta que 80% de todos os novos medicamentos surgidos no mercado representam nenhum ou pouquíssimo progresso.
Então, por que o consumo cresce tanto? Como lembra a farmacêutica Sônia Altenburg, professora de farmacologia do curso de medicina da UFF, a medicalização do Brasil teve início a partir dos anos 70 quando, sob pressão dos grandes laboratórios farmacêuticos, foi derrubada a obrigatoriedade de que as farmácias fossem de propriedade de farmacêuticos, possibilitando a expansão de redes. "Criaram também, em todo o mundo, práticas aberrantes como as comissões por vendas do remédio da moda, além de relações promíscuas com médicos", enumera. "Precisamos domesticar a indústria", defende Sônia.
Para se ter uma idéia, os 15 maiores grupos farmacêuticos do mundo gastam por ano cerca de US$ 80 bilhões em marketing, três vezes mais do que o orçamento em pesquisa e desenvolvimento de novas substâncias. Se as novas fórmulas não são sempre melhores, e muitas vezes não passam de adaptações, por que acabam substituindo as antigas? Questão de sobrevivência de uma das maiores forças da economia, que se encontra em estado de alerta. Até 2008, mais de 30 dos 57 medicamentos mais vendidos no mundo perderão a patente de exclusividade, que dura de 10 a 20 anos.
Ou seja, terão suas versões genéricas e similares, mais baratas. Daí a necessidade de desenvolver "novos" remédios. A quebra de patentes só é possível em casos extremos de garantia de vida, como o Brasil fez com os antiretrovirais para o tratamento de Aids.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) também está preocupada com a supermedicação e a automedicação. Em alguns hospitais dos país, 15% das internações decorrem de reações adversas a remédios.
"Todo e qualquer medicamento pode causar danos, inclusive aqueles ditos naturais", lembra Murilo Freitas Dias, chefe da unidade de farmacovigilância da Anvisa.
Desde 1999, quando foi criado, o órgão recebeu 5.330 notificações de reações adversas e desvios de qualidade, número considerado pequeno, já que a média mundial mostra que a cada dez pessoas que tomam um medicamento, uma sofrerá efeitos colaterais. As mais comuns são as alergias dermatológicas causadas por antibióticos.
Para aumentar a confiabilidade dos dados e aferir de forma mais eficaz a segurança da medicação, desde segunda-feira desta semana, 43 farmácias do estado de São Paulo, deram início ao projeto Farmácias Notificadoras, que vai receber informações sobre reações adversas e desvios de qualidade dos medicamentos. Trata-se de uma parceria da secretaria de saúde do Estado com a Anvisa e o Conselho Regional de Farmácia, para verificar os males que o uso correto de medicamentos - como prescrito - pode causar.
Outro problema combatido pela Anvisa é o consumo off-label, isto é, diferente daquele para o qual o remédio foi desenvolvido. Recentemente, por exemplo, cinco mulheres morreram por usarem a substância flutamida para tratar acne - quando o produto é indicado no tratamento de câncer de próstata.
Ainda no primeiro semestre, o consumidor vai começar a notar diferença na bula. Em vez de termos técnicos, que são compreendidos apenas por médicos e farmacêuticos, será adotada uma linguagem acessível aos pacientes. O tamanho das letras também vai aumentar.
Paralelamente, a OMS, através da Fiocruz, está treinando médicos brasileiros no sentido de evitar prescrições desnecessárias. O curso de medicina da UFF foi um dos primeiros a incluir no currículo a preocupação com a racionalização da prescrição médica.
Esta deve obedecer critérios que podem parecer óbvios mas nem sempre são levados em conta: um remédio deve ser receitado em função da segurança e do conforto, com menor custo e na dose certa.
Outra preocupação crescente, dentro desta perspectiva, é recomendar medidas não medicamentosas, como grupos de apoio e mudanças do estilo de vida, que acabam tendo um impacto nas dosagens dos remédios, que podem ser, muitas vezes, diminuídas. "Infelizmente", diz Madel Luz, "a biomedicina transforma a vida em doença.
É preciso se voltar para a promoção da saúde, não para o controle da doença."
FONTE : www.jb.com.br - 26/02/05
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Doenças emergentes, alertas sanitários Alerta ANVISA - Interdição de medicamentos
SAÚDO A TODOS !!
Encaminhado .
Cordiais saudações.
Paulo Roberto Rebello
Anvisa interdita dois remédios importados
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a importação dos analgésicos Floxen 2mg/ml e Fresoflox, ambos injetáveis. A decisão foi adotada depois que técnicos da Anvisa visitaram a empresa, localizada na Índia. De acordo com a equipe de inspeção, a indústria não atende às normas de boas práticas para fabricação. Os medicamentos são fabricados pela empresa Fresenius Kabi Índia. São importados e distribuídos no Brasil pela filial Fresenius Kabi Brasil.
A Anvisa também determinou a interdição, de forma cautelar, do lote nº 1037002 do medicamento Cimetidina 200 mg comprimido. O remédio é indicado para o tratamento de pacientes que apresentam úlcera e gastrite.
A decisão foi tomada depois de
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o laudo indicar que o produto apresentava uma capacidade de dissolução abaixo do que é declarado pela empresa fabricante. A comercialização do produto ficará suspensa por um período de 90 dias. Neste tempo, a empresa poderá apresentar defesa. Durante esse prazo, o lote interditado não poderá também ser consumido por pacientes.
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Laboratórios clínicos e de pesquisa Laboratórios - Equipamentos de Proteção Individual
Ola ! Caros colegas!
por meio deste gostaria de obter informações sobre q tipo de EPI's devem ser utilizados em um lab. de análises clinicas, desde o coletador de lixo ate´ mesmo ao recepcionita qdo do recebimento do material coleta em domicilio...
Desde ja agradeço a atenção e disposição de tds...
Abraço,
Hilton Richard
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Gostaríamos de saber da eficácia do uso de pastilhas de formol para desinfecção /esterilização e manutenção da esterilização (após autoclavagem) de brocas para uso odontológico na clínica diária ( dentística, cirurgia, endodontia, etc).
Gostaríamos de saber tb sobre efeitos nocivos do vapor emitido pela pastilha de formol. É confirmada a informação de que seria cancerígeno o vapor? Há fundamentação científica nisso?
Aguardamos resposta para tomarmos as medidas necessárias.
Sem mais para o momento,desde já agradecemos
Dr André Sanchez Garbini (CD da rede municipal de Amparo- SP)
Dra Célia Regina Sinkoç (CD da rede municipalde Amparo - SP)
Agradeço quem possa me orientar sobre alguma especificidaded ou algo de maior impportância para a prevenção e controle de infecção oftámica em um centrto cirúrgico especializado.
um abraço à todos
Fernando Molento
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Divulgação de cursos e eventos Divulgação - Fiscalização em serviço de saúde
" Trabalhador Saudável - Paciente Vivo - TSPV "
INFORMA
MPT REGULARIZA AMBIENTE DE TRABALHO DE CLÍNICA EM SERGIPE
Decisão da Justiça do Trabalho em Ação Civil Pública movida pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) obriga a Clínica Psiquiátrica Casa de Saúde Santa Maria, no Estado de Sergipe, a pagar adicional de insalubridade e a providenciar Equipamento de Proteção Individual (EPIs) para os seus funcionários.
A clínica deverá pagar o adicional de 20% aos empregados que trabalham nos serviços gerais, enfermarias, postos de enfermagens, instalações sanitárias, pisos internos, lavanderia, bem como todos aqueles que estejam expostos aos riscos biológicos e químicos dos produtos
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de limpeza ou provenientes de secreções e restos orgânicos.
A Casa de Saúde tem até o final de fevereiro para adquirir os equipamentos para os empregados, em caso de descumprimento da determinação, será cobrada multa de R$ 500 reais por dia. A clínica foi condenada ainda a pagar os honorários periciais no valor de R$ 900 reais e custas de mil reais.
Fonte: MPT - 11/02/05
MPT GAÚCHO FISCALIZA AMBIENTE DE SAÚDE
O Ministério Público do Trabalho do Rio Grande do Sul (PRT/4ª Região) vai fiscalizar o meio ambiente de trabalho de 8 mil funcionários de 43 estabelecimentos de saúde do Estado. De de acordo com o sindicato da categoria, os direitos trabalhistas dos profissionais da área de saúde vem sendo lesados desde 2002.
A denúncia foi feita no relatório "Em Defesa dos Direitos Fundamentais dos Trabalhadores da Saúde", que elenca as irregularidades no setor. O documento foi entregue ontem ao Procurador Chefe da Procuradoria Regional do Trabalho, Paulo Borges da Fonseca Seger, e ao Procurador Viktor Byruchko Junior pelos representantes da Federação dos Empregados em Estabelecimentos de Serviços de Saúde e pelo Sindicato de Saúde do RS.
Segundo o relatório, os profissionais da saúde estão com os salários atrasados, não recebem férias e 13º salários, verbas rescisórias, nem FGTS e INSS. Os empregados também foram vítimas de demissões imotivadas, assédio moral, além da demissão de dirigentes da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes - CIPA.
"Viemos pedir que o Ministério Público do Trabalho se envolva nessa questão e busque o cumprimento da lei, investigando as instituições denunciadas", enfatizou o presidente do SINDISAÚDES, João Roberto Menezes.
O Ministério Público do Trabalho (RS) vai analisar o relatório entregue e tomar as devidas providências nas matérias abrangidas dentro da esfera do MPT, ressaltou o Procurador Chefe.
Fonte: MPT - 11/02/05
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EPI, EPC, Precauções e Isolamentos Equipamentos de Proteção Individual - Luvas em CME
Colegas da lista
Gostaria de saber se alguém conhece algum tipo de luva específica para o setor de esterilização? Pois estamos com um problema, nosso funcionário usa luvas de procedimento tamanho G e todas testadas possuem o punho muito curto, entrando agua pelo punho, as luvas de borracha dificultam a lavagem e o manuseio dos materiais por serem muito grossas. Se alguém conhecer alguma marca por favor me informe.
Obrigada
Neila
Enfermeira da Biossegurança
Hemosc - SC
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