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Material bilbiográfico e educativo Material bibliográfico - Controle de Infecção Hospitalar
Bom dia a todos, e Feliz Páscoa!!
Alguem tem , ou sabe onde encontrar o "caminho das pedras" para montar uma CCIH ? Se alguem puder ajudar, por favor entrar em contato, pois necessito orientar a montagem de uma em hospital de emergencia na baixada fluminense.
Aguardo.
Grata,
Thereza Cristina
Biomédica - RJ
camello@unisys.com.br
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Sistemas de vigilância e números em geral Acidentes de trabalho na área da saúde
Trabalhador Saudável - Paciente Vivo - TSPV - INFORMA
Setor hospitalar é o primeiro em acidentes de trabalho; governo prepara normas específicas
canalRh (www.canalRh.com.br)
por Sabrina Fernandes e Fernanda Mendes
Primeira atividade econômica no ranking de ocorrência de acidentes de trabalho - 20,2 mil em 2003, segundo dados do Ministério da Previdência -, o setor hospitalar é objeto de duas normas governamentais que devem entrar em vigor até meados do ano.
O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) está finalizando o texto da Norma Regulamentadora n,º 32, que estabelece regras claras de prevenção de acidentes de trabalho para o segmento de saúde, que até então não existiam. A norma brasileira será a primeira do mundo voltada exclusivamente ao setor.
O Conselho Nacional da
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Previdência Social também toma providências e prepara a Resolução 1.236 para punir as empresas que apresentarem aumento no número de acidentes e beneficiar as que reduzirem as ocorrências, com base na média histórica. Quem for penalizado pagará alíquotas até duas vezes maiores do que as atuais a título de Seguro de Acidentes de Trabalho; quem for beneficiado pagará a metade.
As medidas do governo visam a corrigir procedimentos inadequados dos hospitais que expõem ao risco os funcionários e, como conseqüência, os pacientes. Reutilização de materiais de uso único (como catéteres cardíacos, pinças de biopsias, grampeadores) e a manipulação de materiais pérfuro-cortantes (como agulhas) são alguns deles.
No geral, os riscos para os profissionais da saúde são os de contaminação biológica (vírus, bactérias etc.) e química (provenientes da manipulação de produtos tóxicos). "A maioria dos hospitais ainda está na idade da pedra em termos de segurança e saúde do trabalho", afirma Mauro Daffre, presidente da Associação Brasileira para a Prevenção de Acidentes (ABPA).
Exposição
Pesquisa do Projeto Riscobiológico.Org, entidade apoiada por universidades, associações e conselhos de profissionais da área e órgãos públicos de saúde, realizada ano passado com mais de 2.500 profissionais de saúde de todo o Brasil, mostra números alarmantes: 55,56% deles já sofreram acidente de trabalho com material biológico.
Desse total, 43.75% já fizeram atendimentos ou acompanhamentos de profissionais de saúde contaminados pelo HIV em decorrência de acidente de trabalho; somente 31,65% usam o teste rápido anti-HIV no paciente infectado e no profissional que cuida dele; apenas 55% dos locais de trabalho têm uma sistemática de prevenção de doenças imunológicas (hepatite B, sarampo, varíola, coqueluche etc.) entre profissionais de saúde; 64,29% não usam dispositivos intravasculares (agulhas) com mecanismo de segurança; e 50% dos serviços de saúde não cumprem as normas e leis ministeriais quanto à saúde e segurança do trabalho.
O problema é que os hospitais, como muitas empresas de outros setores, enxergam a questão da segurança como um custo, o que é uma distorção. Daffre cita como exemplo uma pesquisa genérica feita pelo professor José Pastore, da Fipe/USP, que mostra que cada R$ 1 investido em segurança e saúde leva à economia de R$ 4 com gastos em doenças e acidentes de trabalho.
"Além dos aspectos humanos aqui envolvidos, há ainda a possibilidade de hospitais e toda a rede de intermediários de serviços de saúde serem processados por pacientes, segundo o Novo Código Civil", adverte Daffre.
Exemplo
O Hospital Israelita Albert Einstein é um exemplo de que prevenção a acidentes vale a pena. O hospital possui um departamento próprio de segurança do trabalho - uma exceção não só no setor, como no País - que calcula mensalmente a relação entre os gastos com prevenção e os custos do acidente.
De acordo com Ederiks Nicolau, coordenador de engenharia de segurança do trabalho do hospital, o número de acidentes por funcionário em 2004 caiu 16%. A taxa de acidentes por grupo de cem funcionários caiu mais da metade desde 1999 até outubro de 2004 (de 0,65 para 0,31), curiosamente em paralelo com o crescimento do número de funcionários (de 3.106 para 4.388 no período).
Entre os casos mais preocupantes de acidentes estão a contaminação por hepatite C e HIV, que não têm cura. Para outras doenças contagiosas, como a hepatite B, é obrigatória a vacinação para que o funcionário seja admitido no hospital. Ele explica que o hospital investe pesadamente em equipamentos modernos de segurança em todas as áreas, com destaque para o centro cirúrgico e na área de transplantes, que estão entre as de maior risco.
"Os médicos, enfermeiros e assistentes são profissionais que em geral esquecem de si mesmos, porque ficam envolvidos com a situação dos pacientes", diz Nicolau. Ele enfatiza que, particularmente, durante as tensões das cirurgias eles podem se acidentar ou criar situações que contaminem a outros, posteriormente. Por exemplo, uma agulha que caia no chão pode contaminar o pessoal da limpeza.
Com foco nesse problema, o Einstein desenvolveu uma caixa plástica imantada para ser utilizada em cirurgias, que reduz a possibilidade de queda das agulhas. "Entre seminários e conversas, ficamos sabendo que na Europa se usava algo parecido, então procuramos no mercado uma solução para adaptar à realidade brasileira", conta.
Outro ponto de atenção do especialista é o treinamento contínuo, tanto dos funcionários próprios do hospital como dos terceirizados. "Como temos muitas equipes médicas de fora do hospital, que vêm fazer cirurgias aqui, elas são obrigadas a se cadastrar e a passar por treinamento e reciclagem anual, para se adequar aos procedimentos do hospital." Os funcionários, por sua vez, recebem treinamento de segurança do trabalho antes de assumirem suas funções.
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Divulgação de cursos e eventos Divulgação de evento científico - SP
CBRAHC - III CONGRESSO BRASILEIRO DE HOME HEALTH CARE
14 e 15 de abril de 2005 - São Paulo - SP
14 de abril de 2005 - Quinta-feira
8h00 às 9h00 - Abertura da Secretaria, entrega de material e novas Inscrições
9h00 às 9h30 - A Palavra da Presidente Abrahhcare - Pollyanna Maria Pescarolli Furlan
9h30 às 12h00 - Palestra: Legislação do Idoso
Coordenador da Mesa: Dra Telma Queiroz de Freitas - Advogada
Palestrante: Dr Eloy Câmara Ventura - Advogado
12h00 às 14h00 - Intervalo para Almoço
14h00 às 14h45 - Palestra: Risco Populacional e o Monitoramento de Doenças Crônicas
Coordenador da Mesa: Pollyanna P. Furlan - Air Products
Palestrante: Dr. Caio Seixas Soares - OMINT
14h45 às 15h00 - Debate
15h00 às 15h30 - Palestra: Programa de Capacitação dos Profissionais de Saúde
Coordenador da
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Mesa: Enfª Maria de Fatima M. Pessoa - Cuidar - RJ
Palestrante: Enfª Marilda L. Teixeira - + Saúde
15h30 às 16h15 - Palestra: Ferramentas de Qualidade no Home Care
Coordenador da Mesa: Drª Irina K. Bacci - + Saúde
Palestrante: Dr José Henrique D . D'amico - Consultor Médico
16h15 às 17h00 - Palestra: Oxigênio Terapia: Qual a Melhor Fonte?
Coordenador da Mesa: Dr. Mario Sergio Maciel - Sefisin
Palestrante: Drª Ilma A. Paschoal - Unicamp
15 de abril de 2005 - Sexta-feira
9h00 às 10h00 - Palestra: Mal de Alzheimer: Benefícios Atendimento Domiciliar
Coordenador da Mesa: Dra Viviane Abreu - Terapeuta Ocupacional - Abraz
Palestrante: Dra Sonia Castello Branco Fortuna - Psicóloga - Abraz
10h00 às 10h30 - Palestra: Programa Preventivo no Diabete
Coordenador da Mesa: Dr. Mario Sergio Maciel - Sefisin
Palestrante: Dr Joel Rocha Mello - Axismed
10h30 às 12h00 - Palestra: Os Triângulos Criados Pela Tercerização dos Serviços
Coordenador da Mesa: Drª Irina K Bacci - + Saúde
Palestrante: Drª Claudia Marques Generoso - Advogada Direito do Trabalho
14h00 às 14h30 - Palestra: Monitoramento de Doenças Crõnicas: Uma Intervençao mais Efetiva
Coordenador da Mesa: Pollyanna P Furlan - Air Products
Palestrante: Dr Ricardo Ramos - Home Doctor
14h30 às 15h00 - Palestra: Ventilação Mecãnica Domiciliar Indicação, Requisitos, Objetivos
Coordenador da Mesa: Cassia Pucci -Air Products
Palestrante: Gerardo Ferrero - Respironics
15h00 às 15h30 - Palestra: Home Care Como Ferramenta no
Gerenciamento de Carteira com Alta Sinistralidade
Coordenador da Mesa: Pollyanna P Furlan
Palestrante: Drª Regina Ramos Pinto - Medial Saúde
15h30 às 16h00 - Palestra: Responsabilidade Civil: Paciente x Prestadora de Serviços x Tomador
Coordenador da Mesa: Drª Adriana Noschese - Lumina Saúde
Palestrante: Dr Mauro Marques Generoso - Marques & Generoso Advogados
16h00 às 16h15 - Palestra: Odontologia no Home Care
Coordenador da Mesa: Dr Fabio Luis Ferrari - HCO Odont Domic
Palestrante: Dr Mario Sergio de Souza - Odonto Active
16h30 às 17h00 - Alternativas Jurídicas para Redução de Tributos
Coordenador da Mesa: Drª Adriana Noschese - Lumina Saúde
Palestrante: Drª Claudia Marques Generoso - Advodaga Direito do Trabalho
INFORMAÇÕES:
Os inscritos deverão comparecer a partir das 8h00 na secretaria do evento.
Reservamo-nos o direito de alterar o pré-temário para a confecção do temário oficial.
Inscrições prévias serão aceitas até o dia 1/4/2005. Após essa data somente em nosso escritório em São Paulo, Rua Correia de Lemos, 158 ou no dia do evento, no local.
Não serão aceitas desistências de inscrições. No entanto, as mesmas podem ser transferidas para outras pessoas, mediante prévia comunicação por escrito.
Para emissão de 2ª via do crachá será cobrado R$ 100,00.
DATA E LOCAL
14 e 15 de abril de 2005
Centro de Exposições Imigrantes
Rodovia dos Imigrantes, Km 1,5 - São Paulo - SP AS INSCRIÇÕES INCLUEM
Crachá
Pasta, bloco e caneta
Certificado
CERTIFICADOS
Estarão disponíveis na secretaria a todos os inscritos, após as 13h00 do dia 15 de abril de 2005.
FORMA DE PAGAMENTO:
Preencha esta ficha e deposite o valor correspondente na conta corrente da Pacin Eventos S/C Ltda.
Banco Bradesco S.A
Agência: 0287/9 - Conta Corrente: 54.999-1
Para validação, envie a ficha devidamente preenchida e o comprovante de depósito pelo fax (11) 5585-4359
INVESTIMENTO:
INSCRIÇÃO INDIVIDUAL
Profissionais Filiados ABRAHCARE
R$ 180,00 R$ 120,00
Data limite para pagamento no banco: 1/4/2005, após esta data somente no local do evento
Realização Local
Rodovia dos Imigrantes, km 1,5
São Paulo - SP
Mídia Oficial Informações / Inscrições
www.revistareabilitacao.com.br
Fone: (11) 5589.1489 / 5585.4353
Fax: (11) 5585.4359
pacin@cipanet.com.br
www.pacin.com.br
Agência de Viagem Cia. Aérea
Fone/Fax: (11) 3816.3640
commissair@commissair.com.br
Fone: 03007887000
Hospedagem Transporte Gratuito
www.fixmidia.com.br
Estação Jabaquara do Metrô
Saída Nelson Fernandes Em frente ao Itaú
das 8h00 às 22h00
Feiras Simultâneas
www.reatechvirtual.com.br
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Material bilbiográfico e educativo Material bibliográfico - Infecção em Oftalmologia
Colegas do Risco Biológico.
Gostaria de referências bibliográficas de controle de infecção em oftalmologia, bem como parâmetros de índices de infecção nessa área.
Grata,
Patrícia Fonseca
Natal/RN
ccih@liga.org.br
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Técnicos da Anvisa vistoriam hospitais no Pará (Globo OnLine)
Jornalista: [Indefinido]
17/03/2005 - 10h46m Técnicos da Agência Nacional de Vigilância Sanitária
(Anvisa) darão início nesta quinta-feira a uma vistoria em 10 hospitais privados do Pará, onde foram registradas uma morte e cem casos de pessoas infectadas por uma bactéria similar à da tuberculose e da lepra, a mycobacterium abscesus. Outras 280 pessoas estão sob suspeita de terem contraído a infecção hospitalar, causadora de graves ferimentos infecciosos na região do abdômen.
Na manhã desta quarta-feira, a secretária municipal de Saúde, Cleide Fonseca, se reuniu com representantes da associação dos infectados e decidiu que a Secretaria Municipal de Saúde (Sesma) vai contratar um médico infectologista e um psicólogo para acompanhar o tratamento de todos
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que contraíram a bactéria, até que Justiça defina de quem é a responsabilidade pela contaminação.
A secretária também vai garantir a compra dos medicamentos necessários ao tratamento, entre eles a claritromicina, que custa aproximadamente R$ 250 e deve ser tomada durante seis meses.
Em uma avaliação parcial que será entregue aos técnicos de Brasília pela Vigilância Sanitária Municipal, foi praticamente descartada a contaminação por meio de substâncias químicas utilizadas nos procedimentos de esterilização de materiais, entre os quais o esterilizante químico glutaraldeído, utilizado para esterilizar equipamentos cirúrgicos por métodos de vídeo, que foram os procedimentos que mais geraram infecção pela mycobacterium abscessus, causadora de abscessos doloridos que mantêm abertas as incisões cirúrgicas e produzem secreção purulenta contínua.
Apesar da solução imediatista, a Sesma garante que vai convocar os hospitais para uma reunião na próxima semana - em que cada um deverá se comprometer a participar do tratamento dos pacientes. A data da reunião depende apenas da agenda do Ministério Público, que também será convocado.
- Nós não vamos deixar os pacientes abandonados, como muitos estão agora, mas vamos também cobrar de todos os envolvidos nesse processo de infecção hospitalar que nos ajudem a arcar com o atendimento aos pacientes.
Enquanto isso não está definido, vamos garantir os medicamentos e o atendimento pelo médico infectologista - informou a secretária Cleide Fonseca.
O Ministério Público, através da Promotoria de Defesa do Consumidor, já abriu inquérito para investigar a quem cabe a responsabilidade de cada caso de infecção hospitalar.
Na última segunda-feira, os médicos Marcelo Dias e Luís Claúdio Chaves foram intimados a comparecer à presença do promotor Marco Aurélio do Nascimento para dar explicações sobre o caso. Apenas o primeiro compareceu. O promotor deverá ouvir ainda pelo menos mais 17 médicos envolvidos no caso.
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Tuberculose Tuberculose - Cabine de Segurança Biológica
Boa noite, gostaria saber onde posso encontrar informações que" afirmem "a necessidade de Cabine de Segurança Biológica para baciloscopia (Barr), pois sei que laboratório que manipule bacilo de tuberculose é considerado de classe 3 e há a "recomendação" da CBS e não há "obrigatoriedade", pois no hospital no qual trabalho estão querendo tirar a cabine por não haver "real necessidade" para baciloscopia para tuberculose ???
Grata,
Lúcia( Enf. CCIH)
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Genéricos fazem testes e indústrias são fiscalizadas
Todo medicamento genérico é submetido a testes de equivalência farmacêutica e bioequivalência para obter registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e ser comercializado. Somente a realização dos testes assegura que o genérico tem as mesmas características e produz no organismo o mesmo efeito que o medicamento de marca ou de referência, já comercializado no país. O medicamento de referência, antes de ter o registro, comprova sua eficácia e segurança por meio de pesquisa clínica.
O teste de equivalência farmacêutica é realizado para saber se o medicamento genérico contém o mesmo princípio ativo (fármaco),
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na mesma quantidade e com as mesmas características do medicamento de referência. É um teste realizado in vitro, ou seja, não envolve seres humanos.
Já o teste de bioequivalência consiste na demonstração de que o genérico e o respectivo medicamento do qual ele é cópia apresentam a mesma biodisponibilidade no organismo, ou seja, a quantidade e a velocidade de absorção do princípio ativo do medicamento para a corrente sanguínea são iguais nos dois produtos. Quando isso acontece, a eficácia clínica é considerada comparável e um pode ser substituído pelo outro.
Além dos testes realizados em rede de laboratórios credenciados pela Anvisa, quando da solicitação de registro, há outros mecanismos capazes de assegurar ao consumidor que, ao optar pelo medicamento genérico, irá obter efeitos iguais aos que obteria com o uso do medicamento de referência.
A Anvisa realiza inspeção nas indústrias para avaliar se estão sendo cumpridas as Boas Práticas de Fabricação e conta com dois importantes aliados: o programa Hospitais Sentinelas, uma rede de unidades hospitalares que acompanha a eficácia e segurança de medicamentos, entre outros produtos, e o projeto Farmácias Notificadoras, com o objetivo de aumentar o número de informações qualificadas sobre reações adversas e desvios da qualidade dos medicamentos.
As Informações são da Agência Saúde
Assessoria de Imprensa da Anvisa
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Material bilbiográfico e educativo Material bibliográfico - Óxido de Etileno
Pessoal
Gostaria de saber se alguém tem algum material sobre Esterilização por óxido de etileno, qualquer coisa: artigo, slides etc.
Grata
Meu e-mail para envio é:
casilve@yahoo.com.br
Cristiane
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Esterilização, desinfecção, antissepsia Reprocessamento - Agulhas para biópsia de medula óssea
Boa noite, Procuro, com urgência, a legislação, do ANVISA, que permite, ou não, o reprocessamento de agulhas para biópsia de medula óssea (tipo Osgood e Jamshid) e para anestesia raqui e peridural. Grata Ana/ Enfermeira.
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