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Imunizações Vacinação - Recuperação de esquemas em atraso
Recuperação de esquemas de vacinação em atraso NOTA TÉCNICA | Sociedade Brasileira de Imunizações - 11 de março de 2026 Disponível em https://sbim.org.br/images/nt-sbim-recuperacao-doses-260311.pdf_2026-03-11.pdf "O planejamento visa a organizar os esquemas das vacinas recomendadas de modo a recuperar as doses em atraso o quanto antes, respeitando os intervalos recomendados e usando a oportunidade para a aplicação do maior número possível de vacinas no mesmo momento. O cronograma de atualização precisa considerar: - As vacinas recomendadas para a idade; - O histórico vacinal; - Os intervalos mínimos apropriados para recuperação, quando necessário; - As recomendações em situações especiais, quando existirem; - A possibilidade de otimização do cumprimento das recomendações, com a administração do maior número de vacinas possível na mesma visita. O intervalo
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mínimo entre as doses da mesma vacina ou de vacinas diferentes, se for o caso, deve ser respeitado. Principais premissas - Os esquemas vacinais em atraso devem ser completados o mais breve possível; - Não há intervalo máximo entre doses. É imprescindível, contudo, respeitar os intervalos mínimos; - Esquemas iniciados, em princípio, não devem ser recomeçados. Todas as doses administradas são consideradas válidas. Dê sequência ao esquema de acordo com os intervalos e idades recomendados; - O indivíduo só é considerado adequadamente imunizado após o término do esquema recomendado para a idade." Equipe Riscobiologico.org
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Sistemas de vigilância e números em geral Segurança do paciente - Enfermagem / Dimensionamento
"Estudo sugere que escassez de profissionais de enfermagem aumenta mortalidade e eventos adversos em hospitais Os achados reforçam um ponto central da ciência da segurança do paciente: eventos adversos não decorrem, majoritariamente, de falhas individuais, mas de condições sistêmicas, entre elas o subdimensionamento crônico das equipes. Ambientes com escassez de profissionais estão mais expostos a interrupções, sobrecarga cognitiva, atrasos na detecção de deterioração clínica, falhas de comunicação e menor aderência a protocolos assistenciais." Fonte: https://ibsp.net.br/escassez-de-enfermagem-aumenta-eventos-adversos/ Artigo orginal: Cost-effectiveness of eliminating hospital understaffing by nursing staff: a retrospective longitudinal study and economic evaluation - https://qualitysafety.bmj.com/content/qhc/35/1/8.full.pdf Equipe Riscobiologico.org
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Legislação e normatizações Normatizações - Inteligência Artificial
Conselho Federal de Medicina (CFM) normatiza uso da Inteligência Artificial (IA) na medicina Link para maiores informações: https://portal.cfm.org.br/noticias/cfm-normatiza-uso-da-ia-na-medicina/ "Resolução do CFM que normatiza o uso da inteligência artificial na medicina. Regras - De acordo com a norma, que entra em vigor em 180 dias, a decisão final sempre será do médico, sendo que a IA será uma ferramenta exclusivamente de apoio para decisões diagnósticas, terapêuticas e prognósticas. O seu uso não pode comprometer a relação médico-paciente e o profissional não poderá ser responsabilizado indevidamente por falhas atribuíveis especificamente aos sistemas de IA (desde que comprovado o uso diligente, crítico e ético da ferramenta). Já o paciente tem o direito de ser informado, de forma clara e acessível, sempre que a inteligência
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artificial for utilizada. A Resolução estabelece diretrizes para o desenvolvimento, a utilização e a governança de soluções de IA aplicadas à medicina, com o objetivo de promover o avanço tecnológico e a eficiência dos serviços médicos de forma segura, transparente, isonômica e ética, sempre em benefício do paciente e com estrita observância de seus direitos fundamentais. Na avaliação de Jeancarlo Cavalcante, a norma representa um marco regulatório para o setor ao instituir diretrizes claras para pesquisa, desenvolvimento, governança, auditoria, monitoramento, capacitação e uso responsável dessas tecnologias na prática médica. Responsabilização - A norma reforça que a IA deve ser empregada exclusivamente como ferramenta de apoio, mantendo o médico como responsável final pelas decisões. O profissional deve exercer julgamento crítico sobre as recomendações geradas pelos sistemas, manter-se atualizado quanto a suas limitações e registrar em prontuário o uso da tecnologia como suporte à decisão. A resolução também protege o médico contra responsabilização indevida por falhas atribuíveis exclusivamente aos sistemas de IA, desde que comprovado o uso diligente, crítico e ético da ferramenta." Equipe Riscobiologico.org
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Sistemas de vigilância e números em geral Doenças de Transmissão Respiratória
Planejamento DDTR 2026 & Alerta Sarampo & Meningites & Influenza/Covid-19/OVR Divisão de Doença e Transmissão Respiratória (DDTR) do Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE) de São Paulo Disponível em https://www.youtube.com/watch?v=qA2xLqODnqo Excelente atualização ! Equipe Riscobiologico.org
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Sistemas de vigilância e números em geral Programa de Monitoramento da Qualidade Hospitalar
ANS torna públicos indicadores de qualidade de hospitais da saúde suplementar "A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) divulgou na quinta-feira, 12/2, os resultados do Programa de Monitoramento da Qualidade Hospitalar (PM-QUALISS Hospitalar), com dados consolidados do ano-base de 2024. Pela primeira vez no Brasil, a sociedade pode consultar o desempenho assistencial de hospitais privados que atendem beneficiários de planos de saúde, por meio do Painel de Monitoramento da Qualidade Hospitalar." Acesso ao painel no link https://app.powerbi.com/view?r=eyJrIjoiZDRiZWEyMzYtMzUyNy00MjZhLTk0ZGUtNzBmNzRhMTgzMmI1IiwidCI6IjlkYmE0ODBjLTRmYTctNDJmNC1iYmEzLTBmYjEzNzVmYmU1ZiJ9
Fonte: https://www.gov.br/ans/pt-br/assuntos/noticias/qualidade-da-saude/ans-torna-publicos-indicadores-de-qualidade-de-hospitais-da-saude-suplementar Equipe Riscobiologico.org
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"SBIm e 18 instituições unem forças pela vacinação de adultos e idosos A SBIm e outras 18 instituições criaram o Grupo de Trabalho Intersetorial de Vacinação do Adulto e do Idoso (VAI). Os objetivos da iniciativa são conscientizar a população sobre a importância da vacinação além da infância e adolescência e desenvolver ações educativas para médicos da saúde que atendem esse público. A mobilização tem especial relevância na medida em que o Brasil passa por um significativo processo de envelhecimento. De acordo com o último Censo 2022 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), as pessoas com 60 anos ou mais representam 15,6% do total da população - alta de 56% em relação a 2010. A população até 14
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anos, em contrapartida, caiu de 24,1% para 19,8% no mesmo período." Fonte: https://sbim.org.br/noticias/sbim-e-18-instituicoes-unem-forcas-pela-vacinacao-de-adultos-e-idosos Calendários vacinais disponíveis em https://www.vaivacinar.com.br/ Equipe Riscobiologico.org
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Infecção pelo HIV/AIDS PEP/PrEP HIV - Triagem / Doação de sangue
Critérios de triagem clínica para candidatos à doação de sangue em uso de PrEP e PEP. Nota Técnica nº 4/2026-CGSH/DAET/SAES/MS "Períodos de inaptidão temporária: 3.4.1. PrEP oral (uso diário ou sob demanda): o candidato será considerado inapto por 4 (quatro) meses após a suspensão completa do uso, a contar da última dose. 3.4.2. PrEP injetável (cabotegravir ou lenacapavir de longa duração): o candidato será considerado inapto por 24 (vinte e quatro) meses após a última aplicação. 3.4.3. PEP (profilaxia pós-exposição): o candidato será considerado inapto por 4 (quatro) meses após o término do esquema. 3.4.4. Atenção: observar e ajustar período de inaptidão, conforme Portaria vigente, pelo motivo que indicou a profilaxia. 3.5. Nos casos de uso de antirretrovirais para PrEP ou
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PEP, o profissional responsável pela triagem clínica deve orientar o candidato à doação de sangue a manter o uso das medicações conforme as recomendações, não devendo suspender ou adiar seu uso com o objetivo de obter aptidão para a doação." Disponível em https://www.gov.br/saude/pt-br/centrais-de-conteudo/publicacoes/notas-tecnicas/2026/nota-tecnica-no-4-2026-cgsh-daet-saes-ms.pdf Equipe Riscobiologico.org
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Sistemas de vigilância e números em geral Programa Nacional de Prevenção e Controle de IRAS
Programa Nacional de Prevenção e Controle de Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (PNPCIRAS) DOU 02.02.2026 - Anvisa publica Programa Nacional de Prevenção e Controle de Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (PNPCIRAS) 2026-2030 por meio da Portaria 79 de 28 de janeiro de 2026 https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/servicosdesaude/prevencao-e-controle-de-infeccao-e-resistencia-microbiana/pnpciras-e-pan-servicos-de-saude/PNPCIRAS_2026_2030____VERSAO_FINAL___jan_2026.pdf Equipe Riscobiologico.org
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Justiça condena DF a indenizar familiares de enfermeiro que morreu por Covid-19 https://www.tjdft.jus.br/institucional/imprensa/noticias/2026/janeiro/justica-condena-df-a-indenizar-familiares-de-enfermeiro-que-morreu-por-covid-19-na-linha-de-frente Mensagem encaminhada pelo colega Gustavo
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Microrganismos multirresistentes Plano de Ação Nacional - Resistência aos Antimicrobianos
"O Plano de Ação Nacional de Prevenção e Controle da Resistência aos Antimicrobianos (PAN-BR) está em consulta pública, e a sua contribuição é fundamental para fortalecer as ações de enfrentamento da resistência antimicrobiana no Brasil. Pesquisadores(as), docentes, profissionais de saúde, especialistas e instituições científicas: este é o momento de compartilhar evidências, experiências e propostas que possam qualificar o PAN-BR e torná-lo ainda mais robusto e alinhado aos desafios atuais." Maiores informações e links em Brasil Participativo: https://brasilparticipativo.presidencia.gov.br/processes/antimicrobianos "O PAN-BR 2026-2030, em sua versão utiva, está estruturado em cinco Objetivos Estratégicos (OE), onze Objetivos Principais (OP), 17 Metas, 31 Intervenções Estratégicas (IE) e 88 Atividades que abrangem os atributos relacionados à Governança, Conscientização e Educação; Pesquisa e Vigilância; Prevenção; e Acesso oportuno
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ao diagnóstico e tratamento de qualidade. Os Objetivos Estratégicos de Governança (OE1), Conscientização e Educação (OE2) e de Fortalecimento da Vigilância, Base Científica e Inovação (OE3) constituem o alicerce fundamental sobre o qual se sustentam as ações de Prevenção (OE4) e de Acesso ao Diagnóstico e Tratamento de Qualidade (OE5). A estruturação de mecanismos robustos de governança, aliada ao investimento contínuo em inovação, sustentabilidade institucional, engajamento comunitário e na geração de evidências científicas, conferem solidez ao plano, assegurando que as decisões sejam baseadas em critérios técnicos bem fundamentados. Dessa forma, o fortalecimento desses elementos estratégicos promove a sustentabilidade institucional. Isso possibilita priorizar e ampliar de maneira eficiente o acesso aos serviços de saúde e aos instrumentos de prevenção, promovendo respostas integradas e sustentáveis às demandas impostas pela resistência aos antimicrobianos. Do mesmo modo, o plano visa promover a integração entre estratégias e programas institucionais, alinhados à abordagem Uma Só Saúde. Essas ações enfrentam desafios impostos pela resistência aos antimicrobianos em diferentes áreas, como atenção materna e infantil, onde infecções comuns podem se tornar difíceis de tratar; doenças tropicais negligenciadas, que podem perder opções terapêuticas eficazes; infecções sexualmente transmissíveis, com aumento de casos resistentes ao tratamento convencional; doenças crônicas, complicadas por infecções secundárias resistentes; saúde animal e produção de alimentos, impactando diretamente a segurança alimentar; e proteção da biodiversidade, devido ao impacto da resistência em ecossistemas naturais. Embora seu período de vigência seja planejado para 5 anos, está previsto a sua avaliação em 2028 para os ajustes necessários que garantam sua plena implementação." Equipe Riscobiologico.org
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